terça-feira, 18 de setembro de 2007
Projeto da FIERJ é aceito
O Senador Eduardo Azeredo, relator do Substitutivo aos Projetos de Lei referentes aos crimes na área da informática, aprovou a inclusão integral em seu Parecer, do Projeto que lhe foi encaminhado pelo Presidente Sergio Niskier e Diretoria Jurídica da FIERJ, coordenada por Jackson Grossman, resultante do Seminário "Crimes de Ódio na Internet", realizado pela FIERJ e a Ordem dos Advogados do Brasil/RJ.
"Os Produtores" estréia com Falabella e cifras milionárias
MARIA EUGÊNIA DE MENEZES
do Guia da Folha de São Paulo
Mais um musical milionário chega à cidade (SP). A febre de megaespetáculos importados da Broadway continua e "Os Produtores", que estréia neste sábado (dia 15), no Tom Brasil, vem engrossar o rol de opções no roteiro de quem quer assistir a uma montagem americana sem ter de viajar. Como de costume, cifras grandiosas são evocadas à exaustão e alçadas a protagonistas.
Adaptada, dirigida e estrelada por Miguel Falabella, a versão nacional do premiado musical de Mel Brooks custou R$ 7 milhões e ostenta outros números que impressionam: nove toneladas de equipamentos, 220 mudanças de luz, 11 cenários que são trocados 25 vezes, mais de 500 figurinos. Fogos de artifício e uma águia de 400 quilos, que move as asas em cena, completam a lista grandiloqüente. Entusiasta do gênero, Falabella defende as superproduções: "É ótimo para a cidade, geramos muitos empregos". E parece não ligar para eventuais críticas. "A off-Broadway só existe porque existe a Broadway", diz ele.
Diferente das franquias da CIE ("Miss Saigon", "O Fantasma da Ópera"), "Os Produtores" não é uma transposição exata da montagem norte-americana, mas também não surpreende e segue à risca a receita que fez da matriz um sucesso --mais de 4 milhões de espectadores e 13 prêmios Tony, desde a estréia em 2002.
O time da versão nacional reúne 11 músicos e 25 atores. Na trama, que muitos conhecem do filme "Primavera para Hitler", um produtor trambiqueiro (Miguel Falabella) e um tímido contador (Vladimir Brichta) descobrem que o fracasso pode lhes render mais dinheiro que o sucesso e resolvem montar um infame musical sobre o nazismo. Juliana Paes faz sua estréia nos palcos como a dançarina sueca Ulla.
Tom Brasil - Nações Unidas (r. Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, tel. 2163-2000). 1.800 lugares. Sex.: 21h30. Sáb.: 17h e 22h. Dom.: 18h. Até 25/11. 120 min. 12 anos. Ingr.: R$ 70 a R$ 180 (sex.). e R$ 90 a R$ 200 (sáb. e dom.).
do Guia da Folha de São Paulo
Mais um musical milionário chega à cidade (SP). A febre de megaespetáculos importados da Broadway continua e "Os Produtores", que estréia neste sábado (dia 15), no Tom Brasil, vem engrossar o rol de opções no roteiro de quem quer assistir a uma montagem americana sem ter de viajar. Como de costume, cifras grandiosas são evocadas à exaustão e alçadas a protagonistas.
Adaptada, dirigida e estrelada por Miguel Falabella, a versão nacional do premiado musical de Mel Brooks custou R$ 7 milhões e ostenta outros números que impressionam: nove toneladas de equipamentos, 220 mudanças de luz, 11 cenários que são trocados 25 vezes, mais de 500 figurinos. Fogos de artifício e uma águia de 400 quilos, que move as asas em cena, completam a lista grandiloqüente. Entusiasta do gênero, Falabella defende as superproduções: "É ótimo para a cidade, geramos muitos empregos". E parece não ligar para eventuais críticas. "A off-Broadway só existe porque existe a Broadway", diz ele.
Diferente das franquias da CIE ("Miss Saigon", "O Fantasma da Ópera"), "Os Produtores" não é uma transposição exata da montagem norte-americana, mas também não surpreende e segue à risca a receita que fez da matriz um sucesso --mais de 4 milhões de espectadores e 13 prêmios Tony, desde a estréia em 2002.
O time da versão nacional reúne 11 músicos e 25 atores. Na trama, que muitos conhecem do filme "Primavera para Hitler", um produtor trambiqueiro (Miguel Falabella) e um tímido contador (Vladimir Brichta) descobrem que o fracasso pode lhes render mais dinheiro que o sucesso e resolvem montar um infame musical sobre o nazismo. Juliana Paes faz sua estréia nos palcos como a dançarina sueca Ulla.
Tom Brasil - Nações Unidas (r. Bragança Paulista, 1.281, Santo Amaro, região sul, tel. 2163-2000). 1.800 lugares. Sex.: 21h30. Sáb.: 17h e 22h. Dom.: 18h. Até 25/11. 120 min. 12 anos. Ingr.: R$ 70 a R$ 180 (sex.). e R$ 90 a R$ 200 (sáb. e dom.).
Não há lei federal para dispensa em Yom Kippur
(atualizada em 05/set/2008)
Nos últimos dias temos recebido muitos telefonemas de funcionários públicos federais pedindo orientação quanto à lei federal que os dispensaria do ponto no dia de Yom Kippur.
O que vale para os funcionários públicos federais é uma portaria anual do Ministério do Planejamento, que é publicada em data sempre muito incômoda e acaba não sendo vista por ninguém e esquecida pelos departamentos de RH da administração pública. Tal portaria regulamenta os feriados do ano seguinte para os servidores públicos federais e costuma ser publicada nos dias 24 ou 26 de dezembro a cada ano, quando todos estão de folga ou entrando em férias.
A portaria não é apenas para feriados judaicos e se aplica somente para funcionários públicos federais que trabalhem nos municípios do RJ e SP, e no estado do RJ, que possuem leis locais. Em todos os outros municípios e estados do país não há dispensa.
Ainda segundo a portaria, os feriados religiosos que não possuem leis específicas nacionais ou regionais poderão ser compensados com autorização prévia da chefia em acordo que deve ser procurado sempre. Isso acaba se aplicando para todos os municípios e estados não incluídos no parágrafo anterior.
Para 2008 temos o texto abaixo:
Pela Portaria n.º 855, de 26/12/2007 (link para íntegra da portaria 855/07) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que regulamenta FERIADOS E PONTOS FACULTATIVOS DE 2008,
"As datas previstas na Portaria n.º 855, de 26/12/2007, têm vigência sobre todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica, e fundacional, no âmbito do Poder Executivo, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.
De acordo com a portaria, os feriados declarados em leis municipais ou estaduais devem ser observados pelas repartições da administração federal, em suas respectivas localidades.
Os dias de guarda de credos e religiões não contemplados pela portaria poderão ser compensados, de acordo com o que determina a lei n.º 8.112/90. Nesses casos, é necessária prévia autorização da chefia."
Isso significa que os funcionários públicos federais que trabalham em todas as cidades do Estado do Rio de Janeiro têm direito de dispensa nos dias de Pessach, Rosh Hashaná e Iom Kippur, de acordo com a Lei Estadual 2874/1997.
Voltamos a informar que existem apenas duas leis em vigor no Brasil: A "Lei Gomlevski" (LEI Nº 1410 DE 21 DE JUNHO DE 1989) para funcionários públicos do município do Rio de Janeiro e a LEI Nº 2874, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1997 para funcionários públicos do Estado do Rio de Janeiro. Outros municípios do RJ não estão abrangidos, nem funcionários públicos federais. Veja as leis neste link
Em São Paulo há uma decisão, deste ano (2007), do prefeito Cassab válida para os funcionários públicos do município de São Paulo.
Nos últimos dias temos recebido muitos telefonemas de funcionários públicos federais pedindo orientação quanto à lei federal que os dispensaria do ponto no dia de Yom Kippur.
O que vale para os funcionários públicos federais é uma portaria anual do Ministério do Planejamento, que é publicada em data sempre muito incômoda e acaba não sendo vista por ninguém e esquecida pelos departamentos de RH da administração pública. Tal portaria regulamenta os feriados do ano seguinte para os servidores públicos federais e costuma ser publicada nos dias 24 ou 26 de dezembro a cada ano, quando todos estão de folga ou entrando em férias.
A portaria não é apenas para feriados judaicos e se aplica somente para funcionários públicos federais que trabalhem nos municípios do RJ e SP, e no estado do RJ, que possuem leis locais. Em todos os outros municípios e estados do país não há dispensa.
Ainda segundo a portaria, os feriados religiosos que não possuem leis específicas nacionais ou regionais poderão ser compensados com autorização prévia da chefia em acordo que deve ser procurado sempre. Isso acaba se aplicando para todos os municípios e estados não incluídos no parágrafo anterior.
Para 2008 temos o texto abaixo:
Pela Portaria n.º 855, de 26/12/2007 (link para íntegra da portaria 855/07) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, que regulamenta FERIADOS E PONTOS FACULTATIVOS DE 2008,
"As datas previstas na Portaria n.º 855, de 26/12/2007, têm vigência sobre todos os órgãos e entidades da Administração Pública Federal direta, autárquica, e fundacional, no âmbito do Poder Executivo, sem prejuízo da prestação dos serviços considerados essenciais.
De acordo com a portaria, os feriados declarados em leis municipais ou estaduais devem ser observados pelas repartições da administração federal, em suas respectivas localidades.
Os dias de guarda de credos e religiões não contemplados pela portaria poderão ser compensados, de acordo com o que determina a lei n.º 8.112/90. Nesses casos, é necessária prévia autorização da chefia."
Isso significa que os funcionários públicos federais que trabalham em todas as cidades do Estado do Rio de Janeiro têm direito de dispensa nos dias de Pessach, Rosh Hashaná e Iom Kippur, de acordo com a Lei Estadual 2874/1997.
Voltamos a informar que existem apenas duas leis em vigor no Brasil: A "Lei Gomlevski" (LEI Nº 1410 DE 21 DE JUNHO DE 1989) para funcionários públicos do município do Rio de Janeiro e a LEI Nº 2874, DE 19 DE DEZEMBRO DE 1997 para funcionários públicos do Estado do Rio de Janeiro. Outros municípios do RJ não estão abrangidos, nem funcionários públicos federais. Veja as leis neste link
Em São Paulo há uma decisão, deste ano (2007), do prefeito Cassab válida para os funcionários públicos do município de São Paulo.
Logomarca Israel 60 Anos
O Comitê de símbolos e cerimônias do Knesset, o parlamento israelense, acaba de aprovar o símbolo para as comemorações do 60 anos de independência do Estado de Israel, que ocorrerá em maio de 2008. O símbolo contém uma criança puxando uma fita com as cores da bandeira de Israel, formando o número 60, com os seguintes dizeres: Israel - HOJE E AMANHÃ.
Em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU, presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, decidiu pela divisão da Palestina Britânica em dois estados, um judeu e outro árabe. Em 14 de maio de 1948, algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina, David Ben Gurion assinou a Declaração de Independência do Estado de Israel.
(fonte: FISESP)
Em 29 de novembro de 1947, a Assembléia Geral da ONU, presidida pelo brasileiro Oswaldo Aranha, decidiu pela divisão da Palestina Britânica em dois estados, um judeu e outro árabe. Em 14 de maio de 1948, algumas horas antes do término do mandato britânico sobre a Palestina, David Ben Gurion assinou a Declaração de Independência do Estado de Israel.
(fonte: FISESP)
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
Irã tem patrocínio da Coca-Cola
Um dos pratos preferidos da esquerda radical e do anti-semitimo atual é convocar boicotes contra marcas e empresas americanas afirmando que o dinheiro gasto com os produtos delas é canalizado para a opressão dos palestinos. "Cada gota de Coca-Cola é uma gota de sangue de uma criança palestina" é um slogan visto em cartazes, em manifestações por todo o mundo.
Não é que para surpresa de todos, logo o Irã dos Aiatolás e Ahmadinejad não acredita nisso? Ataca violentamente Israel, o sionismo e o judaísmo, mas não vê ligação nenhuma das empresas americanas com o que acontece no Oriente Médio. Não fosse assim, os judocas iranianos que participaram do Campeonato Mundial de Judô no Rio de Janeiro não seriam patrocinados pela Coca-Cola. Aliás, era a única equipe a conseguir tal patrocínio.
A equipe israelense, desfalcada por contusões e problemas internos teve uma fraca participação neste mundial.
na foto - Miresmaeli, medalha de ouro na categoria 66 kg agradece a a Allah em seu quimono com os logos da Coca-Cola
Não é que para surpresa de todos, logo o Irã dos Aiatolás e Ahmadinejad não acredita nisso? Ataca violentamente Israel, o sionismo e o judaísmo, mas não vê ligação nenhuma das empresas americanas com o que acontece no Oriente Médio. Não fosse assim, os judocas iranianos que participaram do Campeonato Mundial de Judô no Rio de Janeiro não seriam patrocinados pela Coca-Cola. Aliás, era a única equipe a conseguir tal patrocínio.
A equipe israelense, desfalcada por contusões e problemas internos teve uma fraca participação neste mundial.
na foto - Miresmaeli, medalha de ouro na categoria 66 kg agradece a a Allah em seu quimono com os logos da Coca-Cola
Tinha mesmo uma suástica no Chaves
Faz uns dois anos que a FIERJ recebeu uma denúncia de que em um dos episódios da série mexicana Chaves, uma das mais antigas do mundo e um sucesso de décadas na América Latina, havia um episódio que se passava num beco, em cujo muro havia uma suástica pintada. O denunciante não sabia o nome do episódio ou quando tinha passado.
Neste sábado, o SBT passou o tal episódio e pode ser tirada uma foto da tela da TV onde se constatou a veracidade desta denúncia.
É uma vergonha que uma rede como o SBT mantenha este episódio em sua grade. Mas também é inadmissível achar que a criação deste cenário para um programa infantil tenha qualquer coisa de acidental. Note que atrás do ombro de Chaves, à direita, foi pintado uma símbolo "hippie" e foi apagado, ficando só sua sombra. Já a suástica foi colocada em um ponto de destaque e fica vários minutos visível, quase no centro da ação ao longo do episódio.
Para isto acontecer, o cenário foi desenhado, montado, aprovado pelos roteiristas, atores, diretores de estúdio e diretor do programa, produtores, câmeras, auxiliares, direção geral do canal de TV e por aí vai. Ninguém viu nada de errado? Ninguém acha absurdo fazer propaganda nazi num programa infantil? Então todos são coniventes! Então todos são culpados.
Esperamos que o SBT retire este episódio, passado no sábado, dia 15 de setembro, definitivamente de sua grade.
Neste sábado, o SBT passou o tal episódio e pode ser tirada uma foto da tela da TV onde se constatou a veracidade desta denúncia.
É uma vergonha que uma rede como o SBT mantenha este episódio em sua grade. Mas também é inadmissível achar que a criação deste cenário para um programa infantil tenha qualquer coisa de acidental. Note que atrás do ombro de Chaves, à direita, foi pintado uma símbolo "hippie" e foi apagado, ficando só sua sombra. Já a suástica foi colocada em um ponto de destaque e fica vários minutos visível, quase no centro da ação ao longo do episódio.
Para isto acontecer, o cenário foi desenhado, montado, aprovado pelos roteiristas, atores, diretores de estúdio e diretor do programa, produtores, câmeras, auxiliares, direção geral do canal de TV e por aí vai. Ninguém viu nada de errado? Ninguém acha absurdo fazer propaganda nazi num programa infantil? Então todos são coniventes! Então todos são culpados.
Esperamos que o SBT retire este episódio, passado no sábado, dia 15 de setembro, definitivamente de sua grade.
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