Quem acompanha as manifestações da esquerda radical no mundo inteiro e dos grupos que apóiam abertamente o terrorismo palestino e a destruição de Israel sabe que um dos temas recorrentes de cartazes, propagandas e sites é o de que deve-se boicotar uma série de empresas cujos "lucros são usados para financiar a matança de palestinos e iraquianos."
Entre as empresas, o maior alvo é a Coca-Cola, símbolo do "imperialismo americano" para trotskistas, maoístas e agora bolivarianos. Essa gente toda tem certeza de que sua verdade, sua propaganda racista é muito maior e mais válida que a verdade do dia-a-dia. "Cada gota de Coca-Cola é uma gota de sangue palestino" é um slogan muito visto por aí.
Menos lá, entre os palestinos, como deixa sem dúvida alguma essa foto de um enorme outdoor da Coca-Cola em Ramallah numa foto tirada neste 11 de setembro (não é coincidência) e da lata oficial para o Ramadã 2007... Viva o Lado Coca-Cola do Ramadã...
sábado, 29 de setembro de 2007
Irã na ONU - Israel na Calçada!
Enquanto Ahmadinejad era aceito na Assembléia Geral da ONU, agora palco anual para destilar ódio ao estilo de vida ocidental, ódio ao capitalismo e negação do Holocausto, a Ministra do Exterior de Israel, Tzipi Livni, participava de uma grande manifestação do lado de fora do prédio da ONU. E hoje, onde há manifestações há câmeras. E onde há câmeras há alguém colocando material no YouTube. Legendamos o discurso de Tzipi Livni que você pode assistir neste link.
http://www.youtube.com/watch?v=poftyILzkds
http://www.youtube.com/watch?v=poftyILzkds
Continua a confusão sobre o ataque Israelense à Síria.
Enquanto Israel e Síria negam, vários jornais e agências de notícias publicaram ao longo da semana novas versões sobre o ataque. Na mais difundida, comandos israelenses teriam chegado ao local do programa nuclear sírio e recolhido material que comprovava a origem norte-coreana. Certamente marcaram os alvos ou os iluminaram para as bombas guiadas a laser. Os EUA teriam sido comunicados com antecedência do ataque. A Coréia do Norte negou qualquer participação, mas dois dias depois dessa declaração oficial, uma delegação da Síria desembarcou em Pyoongyang, capital da Coréia do Norte, certamente com muito à explicar. Não devem ter ido lá para prestar solidariedade às vítimas das recentes enchentes.
Agora note no mapa onde se deu o ataque. Parece ter sido na localidade de Tall al-Abyad ou em Raqqa. É muito longe de Israel, cerca de 550 km em linha reta no norte de Israel. Sempre afirmamos que como em todas as ocasiões anteriores, todas as guerras desde 1956, Israel utiliza planos surpreendentes e ousados, com armas ainda desconhecidas ou com uso inusitado de armas já existentes.
Se o ataque partiu de Israel, há uma comprovação total de que mesmo tendo investido 3 bilhões de dólares em orçamento militar nos últimos 4 anos a Síria foi incapaz de detectar, atacar, impedir o ataque ou impedir o retorno dos aviões israelenses. Os sofisticados sistemas antiaéreos e de radar falharam totalmente. A força aérea síria, que também fica sempre de prontidão foi simplesmente inútil.
Mas há um detalhe. Desde a Primeira Guerra do Golfo fala-se de um esquadrão permanente da aviação israelense em uma base secreta na Turquia. Nunca se confirmou ou realmente se desmentiu isso. Ao longo destes anos houve muitos exercícios conjuntos das forças militares e marinhas da Israel e Turquia. Devido a posição do alvo, um ataque muito veloz vindo de uma base turca pode ser a versão mais provável.
E num assunto que não está relacionado, mas envolve a nebulosa relação entre Cuba e Síria, sete passageiros sírios de um avião da Copa Airlines que saiu de Cuba foram presos no Panamá no dia 25 após outros passageiros denunciarem à tripulação que os ouviram falar em invadir a cabine dos pilotos usando os talheres do serviço de bordo.
José Roitberg é jornalista e diretor de Comunidade na TV
Agora note no mapa onde se deu o ataque. Parece ter sido na localidade de Tall al-Abyad ou em Raqqa. É muito longe de Israel, cerca de 550 km em linha reta no norte de Israel. Sempre afirmamos que como em todas as ocasiões anteriores, todas as guerras desde 1956, Israel utiliza planos surpreendentes e ousados, com armas ainda desconhecidas ou com uso inusitado de armas já existentes.
Se o ataque partiu de Israel, há uma comprovação total de que mesmo tendo investido 3 bilhões de dólares em orçamento militar nos últimos 4 anos a Síria foi incapaz de detectar, atacar, impedir o ataque ou impedir o retorno dos aviões israelenses. Os sofisticados sistemas antiaéreos e de radar falharam totalmente. A força aérea síria, que também fica sempre de prontidão foi simplesmente inútil.
Mas há um detalhe. Desde a Primeira Guerra do Golfo fala-se de um esquadrão permanente da aviação israelense em uma base secreta na Turquia. Nunca se confirmou ou realmente se desmentiu isso. Ao longo destes anos houve muitos exercícios conjuntos das forças militares e marinhas da Israel e Turquia. Devido a posição do alvo, um ataque muito veloz vindo de uma base turca pode ser a versão mais provável.
E num assunto que não está relacionado, mas envolve a nebulosa relação entre Cuba e Síria, sete passageiros sírios de um avião da Copa Airlines que saiu de Cuba foram presos no Panamá no dia 25 após outros passageiros denunciarem à tripulação que os ouviram falar em invadir a cabine dos pilotos usando os talheres do serviço de bordo.
José Roitberg é jornalista e diretor de Comunidade na TV
Morre ex-rabino chefe
O ex-rabino chefe askenazi Abraham Shapira z'l morreu aos 96 anos no dia 27. Shapira nasceu em Jerusalém e sua última aparição pública foi em Rosh Hashaná, muito debilitado, acompanhando a cerimônia em cadeira de rodas e com auxílio de oxigênio. A polícia precisou interditar dezenas de ruas em Jerusalém para permitir que milhares de pessoas acompanhacem o sepultamento realizado no Monte das Oliveiras.
Iman e mufti assassinados por extremistas muçulmanos
Uma das principais perguntas da atualidade é por que 1 bilhão de muçulmanos não reagem aos extremistas muçulmanos e talibans que desvirtuam a religião. A reposta é bastante óbvia. O iman Nurmagomed Gadzhimagomedov, foi morto a tiros neste sábado por vários homens que estavam num carro quando andava de sua casa para a mesquita na cidade de Gudben, no Daguestão, próximo à Chechênia. Na sexta-feira, o sermão deste iman foi contra o extremismo... A mesma notícia informa que em julho o mufti da capital provincial da região, também contra o extremismo, foi morto junto com seu motorista num ataque a bomba contra seu carro no centro da cidade.
Terrorismo contra público de peça com tema gay
Na sexta-feira mais de 2.000 pessoas foram evacuadas do Regent Theatre, no centro de Melbourne na Austrália devido a uma ameaça de bomba. Era uma apresentação beneficente da peça Priscila a Rainha do Deserto, baseada do filme de grande sucesso, que trata da temática gay e do universo das drag-queens.
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