Faz uns dois anos que a FIERJ recebeu uma denúncia de que em um dos episódios da série mexicana Chaves, uma das mais antigas do mundo e um sucesso de décadas na América Latina, havia um episódio que se passava num beco, em cujo muro havia uma suástica pintada. O denunciante não sabia o nome do episódio ou quando tinha passado.
Neste sábado, o SBT passou o tal episódio e pode ser tirada uma foto da tela da TV onde se constatou a veracidade desta denúncia.
É uma vergonha que uma rede como o SBT mantenha este episódio em sua grade. Mas também é inadmissível achar que a criação deste cenário para um programa infantil tenha qualquer coisa de acidental. Note que atrás do ombro de Chaves, à direita, foi pintado uma símbolo "hippie" e foi apagado, ficando só sua sombra. Já a suástica foi colocada em um ponto de destaque e fica vários minutos visível, quase no centro da ação ao longo do episódio.
Para isto acontecer, o cenário foi desenhado, montado, aprovado pelos roteiristas, atores, diretores de estúdio e diretor do programa, produtores, câmeras, auxiliares, direção geral do canal de TV e por aí vai. Ninguém viu nada de errado? Ninguém acha absurdo fazer propaganda nazi num programa infantil? Então todos são coniventes! Então todos são culpados.
Esperamos que o SBT retire este episódio, passado no sábado, dia 15 de setembro, definitivamente de sua grade.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
CURTAS
Anarquia em Gaza
Duas facções desconhecidas, o "Exército da Nação" e o "Exército de Jerusalém" assumiram os disparos de duas granadas de morteiros contra uma posição do exército de de Israel fora da Faixa de Gaza. No comunicado os "soldados sagrados que trabalham para ressaltar o nome de Allah e implementar suas ordens retornaram a base sem ferimentos"... Percebeu: Allah (D'us) deu a ordem para atirar contra os judeus... Enquanto isso, o líder da Jihad Islâmica recusou oficialmente a iniciativa de Hanie, que lidera o Hamas em Gaza para serem retomados os acordos de cessar fogo com Israel em 2006. Quando as lideranças tentam se tornar moderadas, mais fanáticos surgem.
Anarquia na Samaria
Duas mulheres e um homem israelenses ficaram feridos quando seu carro foi atacado a tiros entra as cidades de Karnei Shomron e Kedumim. O Fatah, que no fim das contas é dirigido por Mahmud Abbas, assumiu a autoria do ataque.
Serviço militar em Israel pode mudar
Uma comissão do IDF encarregada de propor mudanças no serviço militar divulgou seu relatório onde propõe que o tempo de serviço obrigatório seja igual para homens e mulheres. Hoje os homens servem 3 anos enquanto as mulheres servem 2 anos. Também foi feita a proposta de passar o tempo total para dois anos e meio. Além disso, seria aumentada a participação feminina em diversas unidades. Apenas o Ministro da Defesa poderia definir unidades apenas para homens. Contra esta medida levantam-se vozes de poderosos rabinos ortodoxos judaicos que não aceitam que soldados ortodoxos fiquem junto com mulheres nos mesmos locais, como dentro de veículos, por exemplo...
Sem visto para a Rússia
Israel e Rússia estão negociando o final da necessidade de visto para turistas entre os dois países. O Knesset já votou a favor com a exceção dos representantes do Shas, partido de ultra-ortodoxos.
Ataque secreto contra a Síria? Arsenal nuclear?
No início de setembro aviões Israelenses atacaram alvos no território sírio. Mas que alvo? A primeira nota foi do governo de Assad que declarou que suas baterias anti-aéreas disparam contra aviões israelenses sobre seu território. Depois os sírios disseram que "escorraçaram" os aviões israelenses. Depois, alguns jornais, inclusive o Jerusalem Post disseram que os alvos atacados foram baterias de mísseis iranianos em território sírio. O Irã não reclamou nem falou nada sobre o assunto. A Síria não confirma que foi atacada. Israel diz que atacou mas nem o cabinete do primeiro ministro nem o porta-voz militar se pronunciam. E no noticiário do Globo, da Al-Jazeera e outros, se diz que Israel atacou e destruiu instalações nucleares da Síria construídas com ajuda da Coréia do Norte. Algumas matérias ainda acusam a Coréia do Norte de usar a Síria para desenvolver seu programa nuclear, que está sob pressão em seu próprio país. Aguarde o próximo capítulo.
Ataque bizarro na Alemanha
Presentear com chocolates é tradicional em Rosh Hashaná. Atacar com chocolates, não. Mas foi o que aconteceu na sinagoga de Paderborn (oeste da Alemanha) na noite de 13 de setembro quando uma suástica de chocolate foi feita no muro da sinagoga. Junto com ela, slogans e frases anti-semitas.
Duas facções desconhecidas, o "Exército da Nação" e o "Exército de Jerusalém" assumiram os disparos de duas granadas de morteiros contra uma posição do exército de de Israel fora da Faixa de Gaza. No comunicado os "soldados sagrados que trabalham para ressaltar o nome de Allah e implementar suas ordens retornaram a base sem ferimentos"... Percebeu: Allah (D'us) deu a ordem para atirar contra os judeus... Enquanto isso, o líder da Jihad Islâmica recusou oficialmente a iniciativa de Hanie, que lidera o Hamas em Gaza para serem retomados os acordos de cessar fogo com Israel em 2006. Quando as lideranças tentam se tornar moderadas, mais fanáticos surgem.
Anarquia na Samaria
Duas mulheres e um homem israelenses ficaram feridos quando seu carro foi atacado a tiros entra as cidades de Karnei Shomron e Kedumim. O Fatah, que no fim das contas é dirigido por Mahmud Abbas, assumiu a autoria do ataque.
Serviço militar em Israel pode mudar
Uma comissão do IDF encarregada de propor mudanças no serviço militar divulgou seu relatório onde propõe que o tempo de serviço obrigatório seja igual para homens e mulheres. Hoje os homens servem 3 anos enquanto as mulheres servem 2 anos. Também foi feita a proposta de passar o tempo total para dois anos e meio. Além disso, seria aumentada a participação feminina em diversas unidades. Apenas o Ministro da Defesa poderia definir unidades apenas para homens. Contra esta medida levantam-se vozes de poderosos rabinos ortodoxos judaicos que não aceitam que soldados ortodoxos fiquem junto com mulheres nos mesmos locais, como dentro de veículos, por exemplo...
Sem visto para a Rússia
Israel e Rússia estão negociando o final da necessidade de visto para turistas entre os dois países. O Knesset já votou a favor com a exceção dos representantes do Shas, partido de ultra-ortodoxos.
Ataque secreto contra a Síria? Arsenal nuclear?
No início de setembro aviões Israelenses atacaram alvos no território sírio. Mas que alvo? A primeira nota foi do governo de Assad que declarou que suas baterias anti-aéreas disparam contra aviões israelenses sobre seu território. Depois os sírios disseram que "escorraçaram" os aviões israelenses. Depois, alguns jornais, inclusive o Jerusalem Post disseram que os alvos atacados foram baterias de mísseis iranianos em território sírio. O Irã não reclamou nem falou nada sobre o assunto. A Síria não confirma que foi atacada. Israel diz que atacou mas nem o cabinete do primeiro ministro nem o porta-voz militar se pronunciam. E no noticiário do Globo, da Al-Jazeera e outros, se diz que Israel atacou e destruiu instalações nucleares da Síria construídas com ajuda da Coréia do Norte. Algumas matérias ainda acusam a Coréia do Norte de usar a Síria para desenvolver seu programa nuclear, que está sob pressão em seu próprio país. Aguarde o próximo capítulo.
Ataque bizarro na Alemanha
Presentear com chocolates é tradicional em Rosh Hashaná. Atacar com chocolates, não. Mas foi o que aconteceu na sinagoga de Paderborn (oeste da Alemanha) na noite de 13 de setembro quando uma suástica de chocolate foi feita no muro da sinagoga. Junto com ela, slogans e frases anti-semitas.
Pronunciamento do Deputado Marcelo Itagiba no Congresso Nacional
DISCURSO PROFERIDO NO CONGRESSO NACIONAL PELO DEPUTADO FEDERAL MARCELO ZATURANSKY ITAGIBA EM HOMENAGEM AO ANO NOVO JUDAICO - ROSH HASHANÁ 5768
Na noite de amanhã os judeus em todo mundo estarão comemorando o início do novo ano judaico de 5768. Esta contagem tem origem na criação do mundo segundo os cinco livros de Moisés, o Pentateuco. O povo judeu tem cerca de 3800 anos, contados desde o patriarca Abraão.
A tradição do judaísmo ensina que o último mês do calendário, é dos mais importantes do ano, pois até os peixes tremem nos mares. É o mês da preparação para o julgamento final que o "Todo Poderoso" realizará nos dez dias que se estendem até o YOM KIPPUR – o dia do perdão. Nos dias que antecedem estas grandes festas, cada um de nós deve fazer um verdadeiro balanço do ano que passou, levando a crédito as boas ações e a débito os erros.
Ensinam nossos sábios que o arrependimento, as orações, a filantropia, podem reverter os maus desígnios do destino. É fácil concluir que em relação aos principais preceitos do judaísmo, como os 10 Mandamentos, devemos ter errado apenas suavemente. Na verdade, o maior perigo reside nos atos falhos que praticamos e sequer sentimos que são erros.
Um exemplo claro está nas lições do grande sábio do Pentateuco – o Chafetz Chaim - o amante da vida. A maledicência - ou falar mal dos outros, é algo que fazemos muitas vezes sem perceber e ignoramos o mal que isto pode provocar. Em nossa boca temos a mais perigosa das armas de um ser humano: a palavra. Para ferir alguém com uma arma é preciso que este alguém esteja em nossa frente ou em nossa direção. Já, através da difamação, podemos atingir alguém que está a quilômetros de distância e até mesmo em outro continente.
Ao refletirmos sobre os erros do ano que passou devemos tentar lembrar a quem teríamos ofendido com palavras ou simplesmente divulgando boatos e mentiras e procurar corrigir os danos causados. Ensina a sabedoria judaica que o "Todo Poderoso" só pode perdoar os pecados cometidos no desrespeito aos seus ditames. Para os erros cometidos contra nossos semelhantes, apenas o perdão direto do ofendido é considerado como válido. Em Rosh Hashaná é fundamental concentrar o pensamento nas atitudes, procurando repetir as virtudes e eliminar as falhas.
Neste dia que antecede o ROSH HASHANA, vamos pensar muito no sábio judeu do primeiro século, Hillel, e lembrar seus ditados: "Se eu não for por mim, quem será? Mas se eu for só por mim, quem sou eu?" Isto nos fará lembrar do nosso próximo que precisa de ajuda, de apoio material, de uma caridade. Vamos pensar também em Rabi Akiva e sua célebre frase que resume todo o sentido da nossa Torah - o Pentateuco: "Amarás ao próximo como a ti mesmo". Isto nos remete à boa ação de amparar uma viúva, um órfão ou um incapaz.
Uma tradicional melodia cantada na festa de ano novo, diz - NOSSO PAI E NOSSO REI - cuja última estrofe diz : CONCEDE-NOS A TUA GRAÇA E ATENDE-NOS, MESMO QUE CAREÇAMOS DE BOAS AÇÕES - FAZE CONOSCO JUSTIÇA E BONDADE E SALVA-NOS.
Que este ano novo seja cheio de alegria, saúde, paz, realizações pessoais e orgulho de filhos e netos.
Que o mundo caminhe por avenidas mais largas onde também possam passar os menos aquinhoados pelo destino.
Que possamos comemorar finalmente a paz justa e definitiva entre árabes e israelenses.
Que tenhamos menos desemprego e mais justiça social para todo povo brasileiro. Shaná Tová para todos, um feliz 5768, que seja um ano de paz para todos os povos.
Marcelo Zaturanski Itagiba
Deputado Federal
PMDB-RJ
Brasília , 11 de setembro de 2007
Câmara dos Deputados
Na noite de amanhã os judeus em todo mundo estarão comemorando o início do novo ano judaico de 5768. Esta contagem tem origem na criação do mundo segundo os cinco livros de Moisés, o Pentateuco. O povo judeu tem cerca de 3800 anos, contados desde o patriarca Abraão.
A tradição do judaísmo ensina que o último mês do calendário, é dos mais importantes do ano, pois até os peixes tremem nos mares. É o mês da preparação para o julgamento final que o "Todo Poderoso" realizará nos dez dias que se estendem até o YOM KIPPUR – o dia do perdão. Nos dias que antecedem estas grandes festas, cada um de nós deve fazer um verdadeiro balanço do ano que passou, levando a crédito as boas ações e a débito os erros.
Ensinam nossos sábios que o arrependimento, as orações, a filantropia, podem reverter os maus desígnios do destino. É fácil concluir que em relação aos principais preceitos do judaísmo, como os 10 Mandamentos, devemos ter errado apenas suavemente. Na verdade, o maior perigo reside nos atos falhos que praticamos e sequer sentimos que são erros.
Um exemplo claro está nas lições do grande sábio do Pentateuco – o Chafetz Chaim - o amante da vida. A maledicência - ou falar mal dos outros, é algo que fazemos muitas vezes sem perceber e ignoramos o mal que isto pode provocar. Em nossa boca temos a mais perigosa das armas de um ser humano: a palavra. Para ferir alguém com uma arma é preciso que este alguém esteja em nossa frente ou em nossa direção. Já, através da difamação, podemos atingir alguém que está a quilômetros de distância e até mesmo em outro continente.
Ao refletirmos sobre os erros do ano que passou devemos tentar lembrar a quem teríamos ofendido com palavras ou simplesmente divulgando boatos e mentiras e procurar corrigir os danos causados. Ensina a sabedoria judaica que o "Todo Poderoso" só pode perdoar os pecados cometidos no desrespeito aos seus ditames. Para os erros cometidos contra nossos semelhantes, apenas o perdão direto do ofendido é considerado como válido. Em Rosh Hashaná é fundamental concentrar o pensamento nas atitudes, procurando repetir as virtudes e eliminar as falhas.
Neste dia que antecede o ROSH HASHANA, vamos pensar muito no sábio judeu do primeiro século, Hillel, e lembrar seus ditados: "Se eu não for por mim, quem será? Mas se eu for só por mim, quem sou eu?" Isto nos fará lembrar do nosso próximo que precisa de ajuda, de apoio material, de uma caridade. Vamos pensar também em Rabi Akiva e sua célebre frase que resume todo o sentido da nossa Torah - o Pentateuco: "Amarás ao próximo como a ti mesmo". Isto nos remete à boa ação de amparar uma viúva, um órfão ou um incapaz.
Uma tradicional melodia cantada na festa de ano novo, diz - NOSSO PAI E NOSSO REI - cuja última estrofe diz : CONCEDE-NOS A TUA GRAÇA E ATENDE-NOS, MESMO QUE CAREÇAMOS DE BOAS AÇÕES - FAZE CONOSCO JUSTIÇA E BONDADE E SALVA-NOS.
Que este ano novo seja cheio de alegria, saúde, paz, realizações pessoais e orgulho de filhos e netos.
Que o mundo caminhe por avenidas mais largas onde também possam passar os menos aquinhoados pelo destino.
Que possamos comemorar finalmente a paz justa e definitiva entre árabes e israelenses.
Que tenhamos menos desemprego e mais justiça social para todo povo brasileiro. Shaná Tová para todos, um feliz 5768, que seja um ano de paz para todos os povos.
Marcelo Zaturanski Itagiba
Deputado Federal
PMDB-RJ
Brasília , 11 de setembro de 2007
Câmara dos Deputados
Rosh Hashaná em Erechim - RS
Prefeito Eloi Zanella participou das comemorações da chegada do Ano-Novo judaico
O prefeito Eloi Zanella participou das comemorações da chegada do Ano-Novo judaico, na sinagoga da Av. Pedro Pinto de Souza.
De acordo com o calendário data consagrada é 15 de setembro. Zanella esteve acompanhado do vice-prefeito Luiz Antônio Tirello e do secretário de Desenvolvimento Econômico José Rodolfo Mantovani.
Foi recebido pelo presidente Maurício Agranionik e falou da contribuição da etnia israelita na história econômica e cultural do Município de Erechim.
(fonte: prefeitura de Erechim)
Sugerimos a l eitura deste artigo com a cronologia da colonização judaica de Erechim
O prefeito Eloi Zanella participou das comemorações da chegada do Ano-Novo judaico, na sinagoga da Av. Pedro Pinto de Souza.
De acordo com o calendário data consagrada é 15 de setembro. Zanella esteve acompanhado do vice-prefeito Luiz Antônio Tirello e do secretário de Desenvolvimento Econômico José Rodolfo Mantovani.
Foi recebido pelo presidente Maurício Agranionik e falou da contribuição da etnia israelita na história econômica e cultural do Município de Erechim.
(fonte: prefeitura de Erechim)
Sugerimos a l eitura deste artigo com a cronologia da colonização judaica de Erechim
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Anti-Semitismo na Venezuela
É de conhecimento geral a forte censura que cobre a mídia da Venezuela chegando mesmo a destruição de sua principal rede de TV. A acusação é o antigo mote stalinista e maoista de "inimigos do Estado". Dentro do regime de censura, pouca informação isenta consegue circular fora das fronteiras venezuelanas que já possui também um forte monitoramento de tráfego de internet.
Também é de conhecimento geral a arrogância com que a presidência venezuelana se dirige aos poderes democráticos brasileiros e suas manobras abertas para alteração da constituição definindo sua permanência por 40 anos no poder. Mas e o anti-semitismo? Aquele que bolivarianos no Brasil insistem em dizer que não existe...
Felizmente alguém produziu uma apresentação em inglês e espanhol, muito gráfica, com recortes identificados de jornais, de imprensa oficial venezuelana, de extratos de programas de rádio e TV, de cartuns publicados, tudo facilmente inteligível, até por quem não fala as duas línguas. A apresentação em flash roda em qualquer computador e pode ser vista clicando neste link . É longa, muito completa e preocupante.
Mostra pichações feitas em sinagogas, cartuns extremamente anti-semitas, textos em jornais culpando judeus pelos problemas e definindo sua expulsão da Venezuela como solução, além de atacar violentamente Israel e a comunidade local. As melhores imagens são as de Hugo Chàvez em por trás do ombro de Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, em posters colocados em Beirute. Imperdível e incontestável.
Desejo um Shaná Tova a todos os nossos leitores e especialmente aos judeus venezuelanos que estão sofrendo amordaçados.
José Roitberg - jornalista e Diretor de Comunidade na TV
Também é de conhecimento geral a arrogância com que a presidência venezuelana se dirige aos poderes democráticos brasileiros e suas manobras abertas para alteração da constituição definindo sua permanência por 40 anos no poder. Mas e o anti-semitismo? Aquele que bolivarianos no Brasil insistem em dizer que não existe...
Felizmente alguém produziu uma apresentação em inglês e espanhol, muito gráfica, com recortes identificados de jornais, de imprensa oficial venezuelana, de extratos de programas de rádio e TV, de cartuns publicados, tudo facilmente inteligível, até por quem não fala as duas línguas. A apresentação em flash roda em qualquer computador e pode ser vista clicando neste link . É longa, muito completa e preocupante.
Mostra pichações feitas em sinagogas, cartuns extremamente anti-semitas, textos em jornais culpando judeus pelos problemas e definindo sua expulsão da Venezuela como solução, além de atacar violentamente Israel e a comunidade local. As melhores imagens são as de Hugo Chàvez em por trás do ombro de Hassan Nasrallah, líder do Hezbollah, em posters colocados em Beirute. Imperdível e incontestável.
Desejo um Shaná Tova a todos os nossos leitores e especialmente aos judeus venezuelanos que estão sofrendo amordaçados.
José Roitberg - jornalista e Diretor de Comunidade na TV
CELSO LAFER É O NOVO PRESIDENTE DA FAPESP
Celso Lafer, professor titular do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), é o novo presidente da FAPESP. Nomeado pelo governador José Serra, em decreto publicado no Diário Oficial do Estado de 31 de agosto de 2007, Lafer assume a presidência da Fundação para um mandato de três anos. "Agradeço a confiança do Conselho Superior, que me indicou, e a do governador, que me nomeou. Trago para o exercício da função aquilo que é o conjunto de minhas experiências e pretendo dar continuidade a um trabalho de grande qualidade que tem feito da FAPESP uma instituição exemplar", disse o novo presidente.
"Tenho longa relação com a Fundação, tendo sido parecerista desde os anos 1970, logo após a conclusão do doutorado. Na época, também colaborei com os professores Oscar Sala e Paulo Vanzolini em discussões sobre áreas prioritárias de pesquisas. Trata-se de uma relação que se tornou ainda mais próxima desde 2003, quando passei a integrar o Conselho Superior", destacou.
"Em um mundo como o de hoje, que opera através de redes, uma das importantes dimensões da atividade da FAPESP tem sido a construção de redes. Também é preciso destacar o papel da Fundação no desenvolvimento científico e tecnológico do Estado e do país, pois o controle de uma sociedade sobre o seu próprio destino, no mundo contemporâneo, passa pela capacitação científica e tecnológica. Por tudo isso, é uma grande honra e uma grande responsabilidade poder continuar a contribuir com a papel importante desempenhado pela Fundação", disse.
Nascido em 1941, Lafer graduou-se pela Faculdade de Direito da USP, onde leciona desde 1971. Obteve seu PhD em ciência política na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, em 1970, a livre-docência em direito internacional público na USP, em 1977, e a titularidade em filosofia do direito, em 1988.
É coordenador da Área de Concentração de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da USP, presidente do Conselho Deliberativo do Museu Lasar Segall e co-editor da revista Política Externa. Desde 2002 é membro da Corte Permanente de Arbitragem Internacional de Haia. Integra o Conselho de Administração de Klabin.
Foi chefe do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP, presidente do Conselho de Administração da Metal Leve, presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) e presidente do Conselho Geral da OMC.
Cels o Lafer foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (1999) e ministro das Relações Exteriores em duas ocasiões, em 1992 e de 2001 a 2002, além de embaixador do Brasil junto à OMC e embaixador do Brasil junto à Organização das Nações Unidas, de 1995 a 1998.
Doutor honoris causa da Universidade de Buenos Aires (2001) e da Universidade Nacional de Córdoba (2002), na Argentina, recebeu, em 2001, o Prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleito em 2004, e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2006.
É autor, entre outros livros, de A reconstrução dos direitos humanos, um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt (1988), Desafios: Ética e política (1995), A OMC e a regulamentação do comércio internacional: uma visão brasileira (1998), Comércio, desarmamento, direitos humanos – reflexões sobre uma experiência diplomática (1999), Mudam-se os tempos – Diplo macia brasileira 2001-2002, vol. 1 e vol. 2 (2002), JK e o programa de metas (1956-1961) – Processo de planejamento e sistema político no Brasil (2002), Hannah Arendt – Pensamento, persuasão e poder (2ª ed. revista e ampliada, 2003), A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira (2ª ed. revista e ampliada, 2004), A internacionalização dos direitos humanos: Constituição, racismo e relações internacionais (2005), em co-autoria com Alberto Filippi, e A presença de Bobbio – América Espanhola, Brasil, Península Ibérica (2004).
(fonte - FISESP)
"Tenho longa relação com a Fundação, tendo sido parecerista desde os anos 1970, logo após a conclusão do doutorado. Na época, também colaborei com os professores Oscar Sala e Paulo Vanzolini em discussões sobre áreas prioritárias de pesquisas. Trata-se de uma relação que se tornou ainda mais próxima desde 2003, quando passei a integrar o Conselho Superior", destacou.
"Em um mundo como o de hoje, que opera através de redes, uma das importantes dimensões da atividade da FAPESP tem sido a construção de redes. Também é preciso destacar o papel da Fundação no desenvolvimento científico e tecnológico do Estado e do país, pois o controle de uma sociedade sobre o seu próprio destino, no mundo contemporâneo, passa pela capacitação científica e tecnológica. Por tudo isso, é uma grande honra e uma grande responsabilidade poder continuar a contribuir com a papel importante desempenhado pela Fundação", disse.
Nascido em 1941, Lafer graduou-se pela Faculdade de Direito da USP, onde leciona desde 1971. Obteve seu PhD em ciência política na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, em 1970, a livre-docência em direito internacional público na USP, em 1977, e a titularidade em filosofia do direito, em 1988.
É coordenador da Área de Concentração de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da USP, presidente do Conselho Deliberativo do Museu Lasar Segall e co-editor da revista Política Externa. Desde 2002 é membro da Corte Permanente de Arbitragem Internacional de Haia. Integra o Conselho de Administração de Klabin.
Foi chefe do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da Faculdade de Direito da USP, presidente do Conselho de Administração da Metal Leve, presidente do Órgão de Solução de Controvérsias da Organização Mundial do Comércio (OMC) e presidente do Conselho Geral da OMC.
Cels o Lafer foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (1999) e ministro das Relações Exteriores em duas ocasiões, em 1992 e de 2001 a 2002, além de embaixador do Brasil junto à OMC e embaixador do Brasil junto à Organização das Nações Unidas, de 1995 a 1998.
Doutor honoris causa da Universidade de Buenos Aires (2001) e da Universidade Nacional de Córdoba (2002), na Argentina, recebeu, em 2001, o Prêmio Moinho Santista na área de Relações Internacionais. É membro titular da Academia Brasileira de Ciências, eleito em 2004, e da Academia Brasileira de Letras, eleito em 2006.
É autor, entre outros livros, de A reconstrução dos direitos humanos, um diálogo com o pensamento de Hannah Arendt (1988), Desafios: Ética e política (1995), A OMC e a regulamentação do comércio internacional: uma visão brasileira (1998), Comércio, desarmamento, direitos humanos – reflexões sobre uma experiência diplomática (1999), Mudam-se os tempos – Diplo macia brasileira 2001-2002, vol. 1 e vol. 2 (2002), JK e o programa de metas (1956-1961) – Processo de planejamento e sistema político no Brasil (2002), Hannah Arendt – Pensamento, persuasão e poder (2ª ed. revista e ampliada, 2003), A identidade internacional do Brasil e a política externa brasileira (2ª ed. revista e ampliada, 2004), A internacionalização dos direitos humanos: Constituição, racismo e relações internacionais (2005), em co-autoria com Alberto Filippi, e A presença de Bobbio – América Espanhola, Brasil, Península Ibérica (2004).
(fonte - FISESP)
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